Salve pessoal !!!!
Voltando as atividades nesse ano de 2012, com a energia revigorada e como sempre, sem nenhum pudor ou repressão para o que dizer.
Aqui sempre a palavra é livre, e mantemos sempre assim.
Começos já com novos amigos de caminhada, já tinhamos o Geração 666 (que é do Cainã) o Disco Terror, o antigo Terceiro Mundo HC, atual Daily Hardcore, Urubu no Poste (que infelizmente encerrou as atividades, mas ainda está ai, pois os textos postados pelo Guto, valem a pena serem lidos e relidos) agora temos mais 2 novos amigos fazendo parte da zona toda. O pessoal da Radio MCS Web e o Poadcast Frequência Damata.
Então iremos começar com 2 noticias da parte da Música, e depois uma resenha de uma exposição que acabou esse fim de semana aqui em São Paulo.
Retorno do At the Drive In.
Algo que muitos não esperavam, vai aconteçer.
O retorno da banda At the Drive In foi anunciado nesse ano, após 11 anos parados a banda retorna e já tem shows confirmados, como o do Festival Coachella.
Se terá tour mundial, não sabemos, mas já é uma ótima noticia, pois uma das bandas mais importantes do rock mundial está voltando a fazer barulho pelos palcos.
Cancêr de Tony Iommi
O grande guitarrista do Black Sabbath e o cara que mudou a musica com seus rifs, foi diagnosticado com um linfoma.
O mesmo já está efetuando todos os exames para o tratamento.
O que poderia fazer o mesmo parar, pelo contrário, já compôs 2 musicas novas conforme foi dito por Geezer Butler, baixista do Black Sabbath:
"Hoje, nós voltamos a trabalhar no estúdio caseiro de Tony. Longe de estar triste ou deprimido em razão do diagnóstico de linfoma, ele já escreveu músicas para mais duas canções. Devo dizer que isso deu a todos nós uma grande motivação. É necessário mais do que isso para parar Tony"
Queremos uma recuperação rápida para o mestre Iommi, e que o Sabbath volte com energia sem tamanha para as tours de volta e que toque logo no Brasil.
Exposição:
Queremos Miles
Miles Davis - Lenda do Jazz
Sesc Pinheiros - São Paulo.
Também compositor, pintor e lutador de boxe, Miles teve altos e baixos que foram de discos históricos a uso de drogas, tentar aqui resumir como foi essa exposição.
Na entrada, já mostrava a infância de Miles Davis e a história do mesmo com o grande Charlie Parker Jr. ou mais conhecido como Bird, que foi fundador do estilo Bebop.
Também teve espaço para a Gravadora Prestige que teve titulos de grandes artistas de Jazz, além de Miles, como John Coltrane, que em 1955 participou da Miles Davis Quintet, que além de Coltrane contava com Red Garland, Philly Joe Jones e Paul Chambers. Durou até 1958.
No período de 1957 a 1960, surgiu a parceira junto a Gil Evans, com quem gravou 6 discos, que constava um espaço em especia na exposição e que foi a entrada de Miles com uma big band, ou melhor, quase uma orquestra. dessa parceira saiu o disco Porgy and Bess, que também tinha uma parte especial na exposição.
Indo direto para um dos clássicos de Miles Davis, o Kind of Blue, gravado em 1959, considerado um dos maiores clássicos da história, tendo sido como disco triplo de platina, que são mais de 3 milhões de cópias vendidas, se tornando o album de Jazz mais vendido da história.
Com retorno de Coltrane para turnê européia e todas as mudanças de formação, chegando em 1964, se formando o segundo grande quinteto, que tinha Wayne Shorter, Ron Carter, Tony Williams e o genia Herbie Hancock, que tinha um espaço especial na exposição, e até um video de um show dessa formação na Alemanha, onde mostrava a virtuosidade e habilidade de criação e de improviso. Nessa época eram set's continuos, e nessa fase começou a surgir um Miles mais "elétrico".
A influência do Rock e do Funk em Miles Davis, era mostrando em um video do show na Ilha de Wight e os discos com guitarras, teclados e outra linha de musica que Miles fez muito bem, o Jazz Fusion, ou Fusion, que era a mistura do Jazz com o Rock e o Blues.
Da fase em que a distorção estava ligada, o uso de drogas (principalmente a Heroina) e Alcool, mulheres que pagavam para o mesmo para ter relações (isso tinha até um relato do mesmo em vídeo na exposição) e shows initerruptos, fizeram que Miles Davis parasse, em 1975, após alguns shows do Japão, o músico para. E na exposição foi retratado por um expaço chamado Corredor do Silêncio.
Em 1981, Davis volta e voltando com sua antiga esposa, que depois se separa novamente, e nesse período que Miles se torna um verdadeiro Popstar.
Com roupas mais extravagantes, o rompimento do contrato com a Columbia, e a assinatura com a Warner Brothers, com infuências de Hip-Hop e Funk, gravando comerciais (até no Japão), e a gravação do album Tutu, que foi o primeiro disco de Davis, usando samples, sintetizadores.
Nessa época Davis, começa a desenvolver a pintura, pois o mesmo teve alguns problemas de saude, que até o impediram por um espaço de tempo de tocar, porém a pintura foi o que o ajudou. Algumas das pinturas, fizeram parte de artes dos discos, como a capa de Amandla que é arte do próprio Davis.
Ao sair da exposição, além de ficar 2 horas para um espaço que relativamente era bom para a exposição, porém deu vontade de entrar e ver tudo novamente.
Uma coisa a se criticar ou não entender, a grande maioria das fotos da exposição foram tiradas na época em que a mesma estava no Rio de Janeiro, porém em São Paulo, não constando nenhuma informação de permitido ou proibido, seguranças particulares, muito mal treinados, assoviando para pessoas não tirarem fotos, causando constrangimento a algumas pessoas, pois não existia nada sobre o caso.
Não esperava esse tipo de funcionários dentro do Sesc, que é sempre sinonimo de qualidade, independentedo que está sendo apresentado. Ponto negativo para Sampa.
A exposição ficou por mais de 3 mesês na Capital Paulista,e passou também pela Capital Carioca.
Para quem foi, viu uma exposição histórica, para quem não foi...então, para não sacanear, perdeu de ver todo um material vasto de uma lenda, resumindo: Si fudeu!
E assim iniciamos 2012 no Causador de Discórdia, grande abraço a todos, e vamo que vamo!








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